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07 agosto 2017

O que li em julho (2017)


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Mãe sem manual | Está longe de ser um livro carregado de informações sobre maternidade, já saiba disso antes de comprar (vi que muitas pessoas confundiram isso). Apesar de encontrarmos informações valiosas sobre esse período tão especial para as mulheres, o livro funciona mais como forma de entretenimento para mães de primeira viagem. E mais que isso. Senti o quanto Rita queria passar uma mensagem de otimismo, através de sua própria experiência. Afinal, esse período é mágico na vida de uma mulher, mas não quer dizer que é fácil. Adorei a forma com que a autora nos diverte, informa e ainda nos encoraja a seguir firmes nessa loucura que é ser mãe. Livro cinco estrelas e recomendadíssimo! 






O livro da gratidão | O livro da gratidão, de Carolina Chagas foi pensado e desenvolvido de uma forma simples e poética para nos apresentar o significado dessa palavra tão simples, mas tão importante para nosso estado de espírito. Com textos e frases de autores ou outras pessoas mundialmente conhecidas, o livro é recheado de palavras que foram expressadas por essas pessoas, demonstrando sua gratidão pelas coisas ou o que elas pensavam sobre essa qualidade. Uma leitura fácil, rápida e inspiradora!








Meu maior presente | Possui uma alta dose de drama (também pudera!), e romance na medida certa - contando com algumas cenas hot. Trata de um tema bastante complexo, então se você já tem a mente fechada para o assunto, meu conselho é que não leia. Mas se você está curioso (a), tem a mente mais aberta e ama os livros da Mila, já tem motivos de sobra para ler esse livro. Gostei bastante e recomendo.









A senhora de Wildfell Hall | Não é de hoje que amo os livros das irmãs Brontë (Charlotte e Emily), e das três só me faltava ler algo da Anne. Até que li essa edição integral de A senhora de Windfell Hall, publicada recentemente pela Editora Record. É um romance histórico com uma protagonista que representa milhares de mulheres subjugadas pelos homens e às severas convenções de uma época. Trata do alcoolismo em sua realidade cruel, e ainda nos deleita com um amor verdadeiro, que torcemos para que tenha um final feliz. Tudo em uma escrita envolvente, rica em detalhes e sentimentos. Uma obra riquíssima e que precisa estar na estante dos amantes de romances históricos feministas e, para nós, apreciadores das obras das irmãs Brontë. Simplesmente amei!








O papai é pop - Em quadrinhos | é um livro muito especial e recheado de humor. Não há problemas se você não leu O papai é pop. Pode mergulhar fundo nessa leitura. Mas acho que é ainda mais divertido para quem já leu, ficar recordando o humor dos outros livros nesses quadrinhos. De qualquer maneira, leia, leia, leia. Vale muito a pena ter esse HQ na estante!






Um comentário:

  1. Olá Letícia!
    Ótimas leituras :)
    Quero muito ler A senhora de Wildfell Hall!
    Beijos!

    Books & Impressions

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