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09 junho 2017

Novidades de junho (2017) | Grupo Editorial Record









Neste novo romance, Francisco Azevedo retoma o tema da família, que o consagrou no best-seller O Arroz de Palma O autor investe e se aprofunda no caráter intrínseco e universal das células familiares, que podem ser a de qualquer um – e aqui são duas, famílias vizinhas, morando em casas geminadas. O que se vive – e se supera – dentro delas é das mais belas e comoventes exposições da intimidade do ser humano e de um de seus pilares tão fundamentais quanto indesejados: os arquivos secretos, tramas que levam as pessoas, homem e mulher, pais e filhos, à opção pelo silêncio sob um mesmo teto. Espécie de romance de geração, cheio de grandes personagens, Os novos moradores trata da convivência e da compreensão do diverso por meio da escolha radical pelo diálogo e pela reflexão. Só assim a tragédia familiar dá lugar ao entendimento, e o amor entre indivíduos permite o desfecho ansiado: o do perdão.













Os muros da cidade são um campo de batalha neste livro do renomado autor Arturo Pérez-Reverte Lex, doutora em história da arte e especialista em arte urbana, recebe uma ligação de um editor com uma oferta de trabalho tentadora: localizar o grafiteiro Sniper e lhe apresentar uma proposta irrecusável, que envolve fama e fortuna incalculáveis. Porém, existe um problema. A identidade do maior grafiteiro que o mundo já viu, com trabalhos espalhados por toda a Europa e até mesmo pela América, capaz de mobilizar multidões de artistas urbanos ao propor desafios que envolvem intervenções artísticas urbanas em lugares arriscados, é completamente desconhecida, e ninguém sabe seu paradeiro. Por isso Lex precisa percorrer diversas cidades europeias na tentativa de encontrar um dos homens mais famosos e menos acessíveis do mundo.














A experiência do sagrado contra o ataque dos ateísmos contemporâneos. Do autor de Como ser um conservador O renomado filósofo Roger Scruton argumenta que nossos relacionamentos pessoais, intuições morais e julgamentos estéticos implicam na existência de uma dimensão transcendental que não pode ser completamente compreendida pelo olhar da ciência. Em vez de apresentar uma defesa da existência de Deus, ou da verdade da religião, o que o autor propõe neste livro é uma reflexão sobre por que o sentimento do sagrado é essencial à vida humana, e o que a perda dele pode significar. Ao analisar arte, arquitetura, música e literatura, Scruton sugere que as formas mais puras da experiência e da expressão humana contam a história da nossa necessidade do sagrado, e que esta busca dá ao mundo uma alma. A alma do mundo conclui, portanto, que, mesmo com o papel cada vez menor do sagrado no mundo contemporâneo, os caminhos à transcendência permanecem abertos.











Uma investigação sobre o risível, a manipulação da imagem e o esteticamente correto. Da autora de como conversar com o fascista As cenas ridículas – e os personagens já muito conhecidos – traduzem o sentido da política em nossos dias, mas não apenas como uma bagunça feita por pessoas despreparadas para os cargos que ocupam. A deturpação serve a uma nova política, em um sentido altamente problemático: o poder é transformado em violência, e a seriedade de certos assuntos dá lugar ao cinismo. Abusadores do poder seguem sempre mais poderosos como engraçadinhos ou bufões inofensivos, muitas vezes até confiáveis, enquanto a população paga preço altíssimo por uma despolitização apresentada como o melhor dos mundos. Soltos em escala social, o fascismo, o machismo e o racismo dão o ritmo e o tom da política em nossos dias sem que pareça que algo possa ser feito. Ao introduzir a noção de “ridículo político” no debate sobre estética e política, os ensaios deste livro são uma contribuição original – e fundamental – de Marcia Tiburi para que pensemos sobre quão grave é o hábito de não tratar com seriedade as coisas políticas.









Bruna Beber tenta retirar, ao extremo, o peso, a profundidade e a densidade da poesia A começar pelo título: tipo de canto, prece ou recitação que provém de uma dimensão religiosa, a palavra “ladainha” passou a ser usada para dizer aquilo que se repete incansavelmente apesar de já ter perdido o sentido. Ainda, ao escolher não dar títulos aos poemas, mas apenas enumerá-los com a sequência dos 32 primeiros números primos, Bruna Beber foge à simples infinitude dos números naturais, aspirando a uma infinitude ainda não de todo mapeada. O que poderia ser visto como um exercício de banalidade e humor propositalmente afirmativos é, antes de tudo, uma posição ironicamente crítica da poesia para com sua história, para com a poeta, o leitor, a tradição, o mundo, o nosso tempo e, mesmo, a vida.















É possível justificar o mal quando há a intenção de fazer o bem? Atormentado por achar que não faz o suficiente para tornar o mundo um lugar melhor, William, um respeitado psicólogo infantil, tem a chance de realizar um estudo que pode ajudar a entender o desenvolvimento da maldade humana.  Porém a proposta, feita pelo misterioso David, coloca o psicólogo diante de um complexo dilema moral. Para saber se é um homem cruel por ter testemunhado o brutal assassinato de seus pais quando tinha apenas oito anos, David planeja repetir com outras famílias o mesmo que aconteceu com a sua, dando a William a chance de acompanhar o crescimento das crianças órfãs e descobrir a influência desse trauma no crescimento delas. Mas até onde William será capaz de ir para atingir seus objetivos? 
Em O sorriso da hiena, Gustavo Ávila cria uma trama complexa de suspense e jogos psicológicos, em uma história que vai manter o leitor fisgado até a última página enquanto acompanha o detetive Artur Veiga nas investigações para desvendar essa série de crimes que está aterrorizando a cidade.









Antologia reúne contos consagrados e algumas narrativas menos conhecidas no Brasil 
Esta bela seleção de contos do grande Eça de Queirós compõe um panorama dos temas característicos da obra do grande autor português. Seja pela crítica direta aos costumes de sua época ou pela alegoria de situações que mudam com a sociedade, Eça escreveu sobre o comportamento humano, do qual era arguto observador. Sempre em linguagem leve e direta, usando das sutilezas como tempero; o princi¬pal eram os personagens e suas histórias. Um talento que o projetou como o mestre do romance português moderno e que também pode ser conferido por meio dos seus contos.















Uma história emocionante de aventura, sacrifício e sobrevivência na natureza implacável de uma montanha lendária Assim que completa 18 anos, Wolf Truly pega o teleférico para o topo da montanha que se ergue sobre a cidade em que vive. Ele planeja tirar a própria vida. Em vez disso, acaba se deparando com três mulheres vagando pelas florestas, estranhas que mudarão o rumo da sua vida. Quando uma série de infortúnios deixa esse grupo preso em meio à natureza selvagem, eles logo percebem que podem contar apenas um com o outro para se defenderem da brutalidade da floresta. Conforme dias sem resgate começam a passar e sua desventura se transforma em pesadelo, essas quatro almas perdidas formam um laço inquebrável, impulsionando-se mais longe do que jamais consideraram possível. A Montanha é uma história de redenção e sacrifício; da realidade brutal da natureza; do amadurecimento a qualquer idade; e das formas singulares como forçamos uns aos outros a sobreviver.













Após décadas de hegemonia neoliberal, não são programas e políticas de esquerda que se apresentam como alternativa, mas nacionalismos conservadores e de direita. O que há de errado com as esquerdas? A Crise das Esquerdas reúne importantes intelectuais brasileiros em ensaios e entrevistas, e tem o mérito de abordar e responder estas e outras indagações, sob diferentes enfoques. A discussão sobre a crise das esquerdas vem ganhando cada vez mais destaque devido à insurgência global da direita conservadora. Livro com ensaios e entrevistas que reúne importantes intelectuais brasileiros, como Guilherme Boulos e Renato Janine Ribeiro.


















Durante a Revolução Farroupilha, o líder do movimento, general Bento Gonçalves da Silva, isolou as mulheres de sua família em uma estância afastada das áreas em conflito, com o propósito de protegê-las. A guerra que se esperava curta começou a se prolongar. E a vida daquelas sete mulheres confinadas na solidão do pampa começou a se transformar.














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2 comentários:

  1. Oi, Leticia!
    Já li muitas resenhas positivas do livro do Gustavo, tenho muita vontade de lê-lo. "A casa das sete mulheres" já foi série da Globo, assisti na época e amei! Sempre tive curiosidade de ler o livro e essa edição está bem bonita.

    Beijos, Entre Aspas

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  2. hey, os lançamentos parecem serem otimos, contudo nao me interessei por nenhum desses livros (a capa tenho que admitir que sao lindas)
    qm sabe c alguma resenha eu me interesse mais pelos livros

    perolasdelivros.blogspot.com

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