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04 maio 2017

Novidades Maio 2017 | Grupo Editorial Record









O quarto romance do “Compêndio Mítico do Rio de Janeiro” Tiros na noite e um crime: são misteriosas as circunstâncias que envolvem o assassinato de Domitila, filha do coronel Chico Eugênio, dentro da chácara da família no Catumbi. A investigação fica a cargo do detetive Tito Gualberto, primo da vítima e hábil capoeira, que tentará completar o quebra-cabeça do crime. De tão real, a ficção de Mussa encontra sua crônica familiar numa ponta da história. Os muitos suspeitos do crime vão sendo revelados aos poucos, levando o leitor num redemoinho que confunde, aprisiona e inquieta. “A hipótese humana” é o quarto romance do “Compêndio Mítico do Rio de Janeiro”, série de romances policiais, um para cada século da história carioca, já composta por O trono da rainha Jinga, A primeira história do mundo e O senhor do lado esquerdo. Utilizando-se com primor da paisagem geográfica do Rio do século XIX e unindo mitologia indígena e africana para criar um cenário mítico tipicamente brasileiro, Alberto Mussa comprova a sua tese de que uma cidade não se define pelo temperamento de seu povo ou pela sua cultura, mas pela história de seus crimes.








Qualquer erro pode ser fatal para quem deseja voar sem asas. Livro perfeito para apaixonados por motos e pela cidade de São Paulo. O charmoso protagonista, conhecido por diversas alcunhas – “Cachorrão”, “Sampa”, “Formigão”, “Pluto” –, é um motoboy que faz entregas de luxo por toda São Paulo com sua Harley Davidson, até ser preso transportando mercadoria ilegal. Inocente e acuado, ele se vê obrigado a fazer acordos e a participar de um esquema perigoso para obter sua liberdade. Contando com a ajuda de muitos profissionais, inclusive de heroínas-divas, o motoboy seguirá seu percurso em busca de redenção. Veloz solidão pode ser lido como um roteiro de um filme de ação com direito a bandidos, mocinhas e um herói pouco convencional. Mas também pode ser um libreto de ópera, a Ópera Sampa, com todas as histórias, todos os sons e ruídos frenéticos da maior cidade da América do Sul. É ainda um relato sobre a vida de trabalhadores invisíveis que, com seu ofício, facilitam nossa vida diariamente.












Clássico da literatura inglesa, considerado o primeiro romance feminista, em edição integral
Filha mais nova da família Brontë, Anne era irmã de Emily Brontë, autora de O morro dos ventos uivantes, e de Charlotte Brontë, autora de Jane Eyre — livros clássicos e reeditados até hoje. Anne Brontë (1820-1849) desafia as convenções sociais do século XIX neste romance, “A senhora de Wildfell Hall”. A protagonista da obra quebra os paradigmas de seu tempo como uma mulher forte e independente, que passa a comandar a própria vida. Ao chegar à propriedade de Wildfell Hall, a Sra. Helen Graham gera especulação e comentários por parte dos vizinhos. O jovem fazendeiro Gilbert Markham, por sua vez, desperta um grande interesse pela moça e, aos poucos, vai criando uma amizade com ela e com seu filho. Porém, os segredos do passado da suposta viúva e seu comportamento arredio impedem que o sentimento nutrido pelos dois se concretize, fazendo com que Gilbert tenha dúvidas sobre a conduta da moça. Quando a Sra. Graham permite que ele leia seu diário a fim de esclarecer os fantasmas do passado, o rapaz compreende os tormentos enfrentados por aquela mulher e as razões de suas atitudes. Ela narra sua história até então, desde a relação com um marido alcoólatra e de conduta abominável até a decisão de abandonar tudo em nome da proteção do filho.








Lincoln Rhyme está de volta, em busca de um assassino que transforma a cidade de Nova York em sua refém. Um novo criminoso assola a cidade com uma arma invisível e onipresente na sociedade moderna: a rede elétrica. Quando um ataque ocorre e quase destrói um ônibus, as autoridades temem se tratar de um ato terrorista e por isso convocam Lincoln Rhyme, um dos maiores peritos criminais do mundo. Tetraplégico, ele escala a detetive Amelia Sachs e o oficial Ron Pulaski como seus olhos, ouvidos e pernas na análise da cena do crime. Conforme novos ataques acontecem, surgem cartas de exigências, o que leva a equipe a trabalhar contra o tempo e com poucas evidências para encontrar o assassino. Ou seriam assassinos? Ao mesmo tempo, Rhyme é consultor de outra investigação importante no México: ele busca o Relojoeiro, um dos poucos criminosos a conseguir escapar do perito criminal. Lidando com dois casos urgentes, a saúde de Rhyme é afetada, e ele precisa enfrentar mais uma batalha. No entanto, sua determinação em trabalhar apesar de suas limitações físicas ameaça colocar sua própria vida e a de seus aliados mais próximos em risco.









Um retrato da década de 1930 em Londres — e uma aula sobre como explorar a consciência da modernidade. “Cenas londrinas” compila seis crônicas nas quais Virginia Woolf confirma sua paixão por sua cidade natal. Virginia faz um retrato da década de 1930 ao observar o encanto da moderna Londres. Ao se deslocar para a perspectiva tanto de grandes homens quanto de cidadãos comuns, a autora oferece uma visão original, clara e atraente do movimento orgânico das ruas. Inicialmente publicado com cinco narrativas – produzidas entre 1931 e 1932 –, a este volume se soma a crônica descoberta na biblioteca da Universidade de Sussex, em 2005. É como se Virginia estivesse conduzindo o leitor por um passeio, começa nas docas de Londres, depois migra para o tumultuado comércio ambulante da Oxford Street, prossegue com um curioso giro por endereços de grandes homens – em busca de escritores ilustres. Há a contemplação das catedrais de St. Paul e de Westminster, e a visita à casa de Keats, em Hampstead. Por fim, o olhar se fixa na figura típica da mulher de classe média inglesa, para Ivo Barroso, “a visão de um microcosmo representativo de toda uma nacionalidade”.









Um descendente direto de O Guia do Mochileiro das Galáxias escrito por dois dos maiores autores britânicos de fantasia. O mundo vai acabar em um sábado. No próximo sábado, e ainda por cima antes do jantar. O que é um grande problema para Crowley, o demônio mais acessível do Inferno, residente na Terra, e sua contraparte e velho amigo Aziraphale, anjo genuíno e dono de livraria em Londres. Depois de quatro mil anos vivendo entre os humanos, eles pegaram um gosto pelo mundo, e o Armagedom lhes parece um evento bastante inconveniente. Então, para evitar o fim do mundo, precisam encontrar a chave de tudo: o jovem Anticristo, agora um menino de 11 anos vivendo tranquilamente em uma cidadezinha inglesa. Em seu caminho, acabarão trombando com uma jovem ocultista, dona do único livro que prevê precisamente os acontecimentos do fim do mundo, caçadores de bruxas ainda na ativa e, quem sabe, até os Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Mas eles precisam ser rápidos. Não é só o tempo que está acabando...










Um dos livros mais assustadores do ano, vencedor do prêmio Bram Stoker Award. A vida dos Barrett é virada do avesso quando Marjorie, de 14 anos, começa a demonstrar sinais de esquizofrenia aguda. Depois que os médicos se mostram incapazes de deter os acessos bizarros e o declínio de sua sanidade, o lar se transforma em um circo de horrores, e a família se vê recorrendo a um padre da região. Acreditando que seja um caso de possessão demoníaca, o padre Wanderly sugere um exorcismo e entra em contato com uma produtora que está ávida para documentar tudo. Com o pai de Marjorie desempregado e as dívidas se acumulando, a família hesitantemente aceita, sem imaginar que A Possessão se tornaria um sucesso imediato. Quinze anos depois, uma autora best-seller entrevista Merry, a irmã mais nova de Marjorie. Ao se recordar dos acontecimentos de sua infância, uma narrativa alucinante de terror psicológico é desencadeada, levantando questões sobre memória e realidade, ciência e religião... e sobre a real natureza do mal.










Todo mundo merece ter alguma coisa boa na vida pelo menos “uma vez” Felix Salinger, um menino judeu que mora na Polônia, adora ler e é ótimo em escrever e contar histórias. E é isso o que ele mais faz enquanto espera, num orfanato católico, o pai e a mãe, que foram cuidar da livraria da família. Uma vez, na fila do jantar, Felix ganhou uma sopa com uma cenoura inteira. Naqueles tempos em que era impossível até mesmo ter pão fresquinho no café da manhã, uma cenoura inteira só podia ser um sinal. A mensagem ficou mais clara quando livros judeus da biblioteca do orfanato foram transformados em uma imensa fogueira. Seus pais e a livraria da família estavam em perigo. O garoto sabia que precisava voltar para casa para ajudá-los. Assim começa a jornada de Felix por um país tomado por soldados nazistas, vizinhos delatores, mas também por pessoas dispostas a ajudar. A incrível imaginação do garoto é sua melhor companhia para compreender a terrível realidade que o cerca. Este é um livro especial, que nos faz testemunhas do horror do Holocausto pelo doce e inocente olhar de uma criança. É uma história delicada, que nos faz pensar sobre intolerância, racismo, abuso de poder, perda e luto. Mas que também afirma o poder da amizade, da perseverança e da literatura para construir um mundo melhor.








Cuidado com superfícies muito calmas, nunca se sabe o que pode haver embaixo delas. Da mesma autora do best-seller internacional A garota no trem. Nos dias que antecederam sua morte, Nel ligou para a irmã. Jules não atendeu o telefone e simplesmente ignorou seu apelo por ajuda. Agora Nel está morta. Dizem que ela se suicidou. E Jules foi obrigada a voltar ao único lugar do qual achou que havia escapado para sempre para cuidar da filha adolescente que a irmã deixou para trás. Mas Jules está com medo. Com um medo visceral. De seu passado há muito enterrado, da velha Casa do Moinho, de saber que Nel jamais teria se jogado para a morte. E, acima de tudo, ela está com medo do rio, e do trecho que todos chamam de Poço dos Afogamentos… Com a mesma escrita frenética e a mesma noção precisa dos instintos humanos que cativaram milhões de leitores ao redor do mundo em seu explosivo livro de estreia, A garota no trem, Paula Hawkins nos presenteia com uma leitura vigorosa e que supera quaisquer expectativas, partindo das histórias que contamos sobre nosso passado e do poder que elas têm de destruir a vida que levamos no presente.









Tudo começou em um jantar... Um thriller psicológico surpreendente da autora best-seller internacional Shari Lapena. É o aniversário de Graham, e sua esposa, Cynthia, convida os vizinhos, Anne e Marco Conti, para um jantar. Marco acha que isso será bom para a esposa; afinal, ela quase nunca sai de casa desde o nascimento de Cora e da depressão pós-parto. Porém, Cynthia pediu que não levassem a filha. Ela simplesmente não suporta crianças chorando. Marco garante que a bebê vai ficar bem dormindo em seu berço. Afinal, eles moram na casa ao lado. Podem levar a babá eletrônica e se revezar para dar uma olhada na filha. Tudo vai dar certo. Porém, ao voltarem para a casa, a porta da frente está aberta; Cora desapareceu. Logo o rapto da filha faz Anne e Marco se envolverem em uma teia de mentiras, que traz à tona segredos aterradores.













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9 comentários:

  1. Posts de lançamento sempre me desesperam, porque fico de comprar vários. Aquele livro Na escuridão da Mente chamou bastante a minha atenção!

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  2. Cenas lombrinas foi realmente o único livro que despertou meu interesse diante de tantas opções, por isso aguardo as suas resenhas.
    Beijinhos

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  3. Olá,

    Os livros que me chamaram atenção foram Belas maldições e o casal que mora ao lado, nesse final de semana que passou participei do mochilão da Record e as meninas falaram muito bem deles. Quanto a Em águas sombrias ouvi comentários muito desanimadores sobre e estou com receio, confesso.

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  4. Estou doida por essa nova edição de Belas Maldições, mas fico com dó de comprar um livro que já tenho na estante! Então o jeito vai ser gastar meu suado dinheirinho com o Em Águas Sombrias!! Rs...
    beijos
    Camis - blog Leitora Compulsiva

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  5. Olá, tudo bem?
    Estou me sentindo atrasada em relação aos lançamentos pq conhecia apenas o livro da Paula Hawkins uehehehe
    Dos livros citados me animei mais com o casal que mora ao lado, apesar de não gostar muito de thriller's.
    Parabéns pelo post

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  6. Olá
    Eu amo esse grupo editorial pois tem sempre lançamentos para agradar a todos os gostos. Esse mês eu fiquei bem curioso com três livro, Em águas sombrias, Na escuridão da mente e O Casal que Mora ao Lado, aparentam ser obras fantásticas

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  7. Olá
    Uau, amei os lançamentos, tem vários que me deixou curiosa, mas não tem como não citar Belas Maldições afinal ele é escrito por dois dos meus autores queridinhos. Outro que quero muito é Na Escuridão da Mente.

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  8. Olá!
    Adorei a postagem e os títulos, mas, nesse mês, não fiquei muito interessada em fazer a leitura de muitos títulos como normalmente acontece. Quero muito ler, entretanto, o livro da Anne Brontë.
    Beijos

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  9. Olá! Grupo Editorial Record só lança livros tops. Quero muito ler esse novo livro da autora da A garota do Trem, pessoal está falando muito desse livro, tanto que já esta na minha lista de desejados.

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