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29 novembro 2013

Resenha - Por que você não quer mais ir à igreja?

Olá amores, tudo bem?
Ufa! Finalmente uma resenha aqui no blog. Faz tempo ein, mas consegui ler o livro..rs. O ritmo está lento ultimamente, como disse anteriormente vou conseguir voltar a ativa de verdade com o blog a partir do dia 7 de Dezembro.
Mas vamos a resenha...


Livro: Por que você não quer mais ir à igreja?
Autores: Wayne Jacobsen e Dave Coleman
Páginas: 143
Editora: Arqueiro
Gênero: Religioso
Skoob: Aqui
Orelha de livro: Aqui
Onde comprar? Submarino (Black Friday Oferta por R$ 19,90 - Dia 29/11/13)

Sinopse: Depois de uma vida dedicando-se a Igreja e ao caminho que sempre lhe pareceu o certo, Jake Colsen está diante de uma dolosa dúvida: como é possível ser cristão há tanto tempo e, ainda assim, se sentir vazio? Mas o amor divino está sempre a postos para transformar vidas. Observando uma multidão numa praça, Jake depara com João, um homem que fala de Jesus como se o tivesse conhecido e que percebe a realidade de uma forma que desafia a visão tradicional de religião. Com a ajuda do novo amigo, Jake irá reavaliar os conceitos e crenças que norteavam seu caminho.


                                                                                                     ✧  ♥♥♥  


Este livro é bem curtinho, embora eu tenha demorado muito para lê-lo, por conta da correria do dia-a-dia. É um livro muito prazeroso de ler, principalmente para quem gosta de temas religiosos.

Jake pertence a um grupo religioso de uma Igreja e se sente frustado com ele próprio. Pois apesar de toda sua dedicação ao local, suas orações diárias, comparecimentos a reuniões, ele se sente sozinho e sem perspectiva na vida. Eis que surge a dúvida: Por que ele sente este vazio, se cumpre todas suas obrigações com a Igreja e com o grupo?
Um dia observando uma multidão na praça que parecia discutir a palavra de Deus, Jake se depara com João que fala de Jesus de uma maneira como se o conhece de verdade. Aquele homem estava defendendo Jesus de uma maneira diferente e com palavras que tocaram em seu coração.
Jake sai em direção deste homem para conversar mas ele entra em um beco e desaparece. Ele fica confuso diante do que acabara de acontecer e chegou até a pensar que este homem seria exatamente como ele descreveria o apóstolo João.


"Não somos mudados pelas promessas que fazemos a Deus, mas pelas promessas que Ele nos faz" (p. 36)


"Mas ninguém pode se afastar do pecado Jake. Não com as próprias forças! Tudo o que Deus quiser fazer em você será feito, contanto que você aprenda a viver em Seu amor." (p.38)


Somente depois de alguns meses Jake pode encontrar com João novamente, e o abordou na rua pedindo para conversarem. O homem aceitou de bom grado e então se iniciou uma amizade. Eles se encontravam para conversar ao acaso, pois João jamais queria encontros marcados, e sim que se encontrassem nas horas certas.



As palavras que saiam da boca de João tocavam o coração dele, apesar de Jake não conseguir ter aquela visão do proposito de Deus na nossa vida. A cada palavra de João, assisti ao renascimento de Jake em busca da verdadeira alegria e da liberdade que Cristo veio ao mundo oferecer. Na reconstrução da sua vida, perceberemos a ação do Deus de perdão e amor.
Gostei muito desta leitura, pois me identifiquei muito com alguns trechos. De fato, para viver em Cristo é preciso viver nas tradições da Igreja e dos compromissos impostos por ela? Cada um tem sua resposta.


Recomendo com certeza!



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35 comentários:

  1. Minha mãe leu e adorou.... me indicou... vou achar um tempinho para lê-lo..

    Beijoooos

    http://esperadomeupresentinho.blogspot.com.br/

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  2. Muitas vezes a gente desanima mesmo. Mas o importante é saber que temos um Deus grandioso e glorioso que olha por nós.

    Bom final de semana.

    Bjs.
    http://arianaviajante.blogspot.com.br/

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  3. O livro parece excelente, estou curiosa para lê-lo.
    Parabéns pela resenha e pelo blog, belo trabalho!

    Beijão!
    enfimepilogo.blogspot.com

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    1. Obrigada pela visita Nicolly, volte sempre.

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  4. Gostei da resenha e da dica!
    Bjs
    http://eternamente-princesa.blogspot.com.br/
    http://lizajoneslivros.wix.com/lizajones

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  5. Oi Lê..
    Gostei muito da resenha... e eu acredito fielmente em Deus e que ele é o meu salvador. Agora sobre a questão de ir a igreja é uma questão de Deus tocar no coração... eu acredito que você ir a casa do senhor.. significa aprendizado e um contato direto com a sua palavra e conhecimento. Mas a oração diária, ouvir os louvores também é uma ótima forma de estar próxima dele.. Mas enfim é um assunto muito vasto. Xero!!!

    http://minhasescriturasdih.blogspot.com/

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    1. Concordo com você, estou longe da igreja a algum tempo, mas faço minhas orações diárias e ouço louvores, também é uma forma de estar próximo de Deus.

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  6. Ei Lê...
    Adorei a sua resenha (Ítalo falando) e, sinceramente, devo ler o livro - apesar de não gostar de livros com temáticas religiosas. Ando bem afastado da igreja e acredito que ele possa me oferecer algumas respostas. Adorei a escolha (Não são todos os blogs que resenham tais livros)

    Beijos
    http://booksdeluxe.blogspot.com.br/

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    1. Eu gosto desses temas, apesar de lê-los pouco. Mas é um ótimo livro para nos dar respostas. Vale a pena ler.

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  7. Fiquei super curiosa para ler o livro.
    Pela sua resenha deu pra notar o quanto você gostou do livro.
    Realmente, parece ser um livro maravilhoso.
    Este livro com certeza trará bons momentos de reflexão.
    Amei a dica, a resenha ... enfim, o post inteiro!
    Parabéns pelo blog.
    Beijos, fica com Deus.
    Tem resenha do livro Cores de Outono, não esquece de comentar ♥
    lendoeaprendendoblog.blogspot.com

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    1. Oi Camilla, obrigada pela sua visita ao meu blog. Volte sempre viu.
      Fico feliz que tenha gostado da resenha, era essa a intenção.

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  8. Eu até gosto desse tipo de livro, e é uma questão com a qual eu já lidei. Parece ser bom, é até gostoso ler livros assim e curtinhos né!
    beijos!!!
    seforasilva.blogspot.com

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  9. Oie,
    fiquei na dúvida se iria gostar da leitura.
    O livro parece ser bom, mas realmente não é muito o meu estilo.

    bjos

    http://blog.vanessasueroz,com.br

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  10. Olá Letícia,

    não sei se gostaria muito do livro, pelo tema. Porém me identifiquei com o que vc escreveu, pois é um pouco como penso.
    Não sinto que preciso estar dentro da Igreja ou seguir certas regras para estar perto de Deus, afinal ele está em todo lugar.

    Adorei sua resenha.
    Beijos!
    Viciados Pela Leitura

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    1. Isso mesmo, Ele está em todo lugar não precisamos necessariamente seguir regras.

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  11. Parece um livro pra gente ter conosco sempre. Eu vi o livro na Bienal, mas não comprei.
    Adorei a resenha e parece uma lição e tanto.

    M&N | Desbrava(dores) de Livros

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  12. Oi, Leticia!
    Não costumo ler livros com temática religiosa, mas esse parece produzir umas boas reflexões, né?!

    Beijos, Entre Aspas

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    1. Realmente , nos dá uma lição de vida.

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  13. Vamos dar as mãos e fazer da Internet o nosso meio de união,
    para transformar este velho mundo num lugar
    onde todos possam usufruir do milagre da vida.
    Que nesse Natal todos nós possamos levar
    palavras de amor carinho e esperança.
    Devemos fazer isso durante o ano inteiro,
    mais muitas vezes não é isso , que acontece.
    A vida é corrida demais muitas vezes parece,
    que somos pessoas frias com o coração
    endurecidos.
    Hoje nem sempre temos tempo de mostrar
    o quanto amamos nossas amigas e amigos
    isso não justifica nossa ausência ,
    mais todos sabemos o quanto é corrida nossa luta no dia a dia.
    Nesse Natal desejo de coração muita união
    entre sua família e amigos.
    Como é bom a existência do Natal
    Como é maravilhosa a festa do nascimento de Jesus.
    Da minha postagem leve aquilo , que mais gostar.
    Um abraço carinhoso cheio de amor e saudades .
    Beijos no coração ..Evanir.

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    Respostas
    1. Nossa, obrigada pela mensagem de Natal, muito linda. Amei.
      Fico feliz com sua visita, volte sempre.
      Um feliz Natal.

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  14. Leti, tu tem uma carinha de menina de 18 ! hahah Que loucura uai! rss
    Parabéns pelo espaço!! Esse black friday rendeu muitos livros pra mim viu! haha Pena que não tive acesso a esse. Com certeza o título chamaria minha atenção de primeira!! Afinal é algo bem grave quando não sentimos mais aquele desejo de ir à casa do Senhor. Só pelos trechos já vi que o livro é maravilhoso. Espero ter a oportunidade de compra-lo. Super abraço e fique com Deus. Luana(Lu) ;)

    etceteralu.blogspot.com.br

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    Respostas
    1. Olá Lú..
      Obrigada pela visita. Que pena, quem sabe em uma próxima vez voce adquiri o livro.
      Ah, as pessoas as vezes falam isso que tenho cara de novinha..rs Mas tenho meus quase 26 anos..hehe

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  15. Não conhecia o livro, mas gostei muito do tema e de como você descreveu o desenvolvimento do personagem Jake.
    Vou procurar e ler também! :D

    http://julicronicas.blogspot.com.br/

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  16. • (3) Na pg. 38, aproximadamente da metade da folha em diante o escritor fala sobre a frase “Alegrei-me quando me disseram: vamos á casa do Senhor” Sl 122.1, fixada na escolinha infantil da igreja. Creio que seja improvável que o autor creia que de fato os cristãos pensam que a tenda ou o templo do AT, corresponda hoje a alguma estrutura física de igreja cristã. Logo, é preciso separar os fatos: 1°) Concordo que este é o texto errado, se alguém quer usá-lo para afirmar sua alegria de cultuar á Deus com os irmãos num templo ou igreja física, fazendo conexão com o significado do templo do AT. 2°) Usando os textos corretos, é legítimo afirmar que podemos ser cheios de alegria em nos reunirmos em unidade, seja em qualquer lugar, numa praça, numa casa, numa fazenda, inclusive no local físico que também convencionamos chamar de igreja, sem problema algum. E isto me parece profundamente bíblico, porque a Igreja de Cristo tem o seu aspecto de Igreja invisível, espalhada no tempo e espaço, está em todo momento e em todo lugar (1 Co 12.12-13); mas também tem o aspecto de Igreja visível, unida na adoração, comunhão e no partir do pão, se reúne num determinado momento e num determinado lugar, tem sua localização geográfica definível (1 Co 1.2; 2 Co 1.1; 1 Ts 1.1). Esses dois aspectos coexistem, são faces de uma só realidade, são não anuláveis. Não podemos proclamar um aspecto e desprezar o outro, não há espaço para este pensamento na Escritura Sagrada.
    Os cristãos não vão a um lugar físico organizado pelo fato de fazer alguma conexão com a tenda ou o templo do AT, mas sim porque através da história da igreja cristã, o povo de Deus praticamente sempre se reunia organizadamente, como o próprio Senhor Jesus, que nunca deixou de ir ao templo, á sinagoga, pois quase todo sábado ele estava lá, mesmo que ela estivesse cheia de pessoas hipócritas, que lhe afrontassem, pessoas com falhas, pecadoras, pessoas que lhe perseguissem, duvidassem, armassem ciladas etc, como se pode conferir: “Jesus lhe respondeu: Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde os judeus sempre se ajuntam, e nada disse em oculto” Jo 18.20; e ainda todos os dias Jesus estava no templo ensinando, conforme Lc 19.47; também em tempos de festa Jo 7.14, 28; Lc 21.37; também ensinava na sinagoga da cidade onde tinha morado Mt 13.54; porque era seu costume, como se lê em Lc 4.16 e de manhã cedo Cristo já estava no templo: “E todo o povo ia ter com ele ao templo, de manhã cedo, para o ouvir” Lc 21.38. Cristo caminhava pelo templo: “E Jesus andava passeando no templo, no alpendre de Salomão” Jo 10.23; como também os discípulos e apóstolos costumavam estar no templo: “E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a Deus. Amém” Lc 24.53; At 2.46. O próprio anjo ordenou que fossem testemunhar no templo, conforme se lê em At 5.19-21. Para Jesus, o templo era casa do Pai, isto fica claro no texto “passados três dias, o acharam no templo, sentado no meio dos doutores...Por que me procuráveis? Não sabíeis que eu devia estar na casa de meu Pai?” Lc 2.46-49; e ainda, quando Ele afirma “...não façais da casa de meu Pai casa de negócio” em Jo 2.16.

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  17. Continuação do 3- O autor comete novamente o erro na pg. 196, na pergunta: “A que igreja você vai?”, quando responde: “...falsa premissa – a de que a igreja á um lugar aonde se pode ir...” e ainda “’Igreja’ é uma palavra que não identifica um local ou uma instituição”; ele demonstra um aparente desconhecimento bíblico acerca de que na Escritura há mais de um conceito para o termo igreja. Pois dentro do aspecto de igreja visível, o texto bíblico também faz uso do termo “igreja”, referindo-se a tal como parte do corpo definido, geograficamente identificada e organizada nas cidades, como se pode ler: “E durante um ano inteiro reuniram-se naquela igreja e instruíram muita gente; e em Antioquia os discípulos pela primeira vez foram chamados cristãos” At 11.26; e “E passou pela Síria e Cilícia, fortalecendo as igrejas” At 15.41; e “Assim as igrejas eram confirmadas na fé...” At 16.5; e ainda “...o que não só eu lhes agradeço, mas também todas as igrejas dos gentios” e “Todas as igrejas de Cristo vos saúdam” respectivamente em Rm 16.4 e 16. “Somente ande cada um como o Senhor lhe repartiu, cada um como Deus o chamou. E é isso o que ordeno em todas as igrejas” 1 Co 7.17; e “nós não temos tal costume, nem tampouco as igrejas de Deus” 1 Co 11.16; e também “Deus não é Deus de confusão, mas sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos...” 1 Co 14.33; e “...fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galácia” 1 Co 16.1; dentre muitos outros textos.
    • (4) Bem no meio da pg. 43, o autor cria um enredo, no qual Jake diz que decorou 153 versículos quando criança, e então João lhe pergunta: “E você acha que isto contribuiu para o seu crescimento espiritual?”. Na verdade ele está novamente usando uma técnica de tentar jogar uma coisa contra a outra, de forma que pareçam ser contrárias, quando na verdade não são. Uma boa memória bíblica (para quem a tem) não impede e tampouco atrapalha no crescimento espiritual de uma pessoa. Não há sentido em seu argumento. É a mesma técnica que ele usa na primeira e segunda linha da pg. 46, quando fala sobre “ensinar as crianças sobre Deus e o significado de ser um bom cristão ” e “ensiná-las a caminhar com Deus”; ele tenta jogar uma coisa contra a outra, como se fossem opostas, quando na verdade não precisam e nem devem ser separadas. Isso não é só desnecessário, mas profundamente perigoso.
    Ele também faz isto na segunda metade da pg. 164, quando escreve: “...As pessoas podem seguir outra pessoa além de Jesus? Vocês não percebem que já temos um líder?...” tentando jogar uma coisa contra a outra, como se fossem incompatíveis, quando ambas são realidades e aspectos de uma nova vida; pois seguir a Cristo e praticar seus ensinamentos implica em andar com outros que nos orientarão, assim como outros também buscarão orientação em nós, esta é a vontade de Cristo. Isto ecoa nas palavras de Paulo: “Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” em 1 Co 4.16 e “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” 1 Co 11.1, dentre outros textos; mesmo assim, ele usa essa técnica em quase todo o livro. Ele é habilidoso em jogar as palavras de forma que pareça que estamos colocando pessoas acima da Pessoa de Cristo. De igual forma ele força a realidade no 2º parágrafo da pg. 173, quando o autor escreve: “Hoje eu não trocaria minha vida em Deus por nada”, para sugestivamente levantar a ideia de que voltar a uma igreja organizada significaria abandonar, trocar Deus. São conclusões desprovidas de fundamento.

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  18. • (21) No último parágrafo da pg. 202, ele coloca: “Os próprios sociólogos nos dizem que o principal fator que leva uma criança a florescer em sociedade é possuir amizades pessoais profundas com outros adultos além de seus parentes próximos. Nenhuma escola dominical é capaz de cumprir essa função”. É lamentável o autor seguir este caminho para solidificar suas convicções cristãs. A Sociologia, ainda que tenha seu valor e importância, não é e nunca será parâmetro final para definir as realidades e aspectos da vida do homem, mas sim a Teologia. Não se pressupõe que um pai cristão espere que a sociologia defina e oriente sua família, em detrimento da teologia bíblica. O autor praticamente resume o conceito de igreja numa Comunidade de Relacionamentos.

    • (22) Percebe-se claramente que durante todo o período do livro em que Jake ainda não tinha se encaixado dentro do sistema e da forma de João pensar, a grande maioria esmagadora das reações e respostas que Jake dava ás perguntas e reflexões de João, foram escritas de forma intencionalmente frágeis, falhas, vazias e desprovidas de maior reflexão, segundo interesse do autor. É como se em cada conversa, o autor já soubesse (e na verdade já sabia) o que queria afirmar no final, ele então só desenvolvia o caminho que conduzisse ao seu ponto de interesse.

    • (23) Depois de ler todo o livro, fica claro porque o autor escolheu escrever no estilo literário de Ficção, conforme a própria editora o cataloga. Porque é um estilo em que vale tudo, tudo pode ser imaginado, criado, desfigurado e refigurado. Dentro da ficção ele pôde conduzir um enredo, palavras e conversas conforme seu propósito pessoal. Por coincidência ou não, a ficção não exige um embasamento teológico, uma base bíblica sólida, e foi exatamente isto que aconteceu. Sob o ponto de vista teológico, bíblico, ele não conseguiria fundamentar seus argumentos. Não nos causa estranheza o fato de que em todo o livro deva ter quase 0% de citação bíblica. Lembro que ele mencionou a carta à igreja de Éfeso, na pg. 29 (quando ele tenta afirmar o que o texto não afirma, conforme já vimos anteriormente); e não lembro se tem mais alguma citação. No Anexo que ele escreve, não há citação de um apoio bíblico sequer. Assim, ele transparece não encontrar fundamento algum na Escritura para este novo “formato” que ele quer sugerir, mas desenvolve seus pressupostos apenas a partir da ficção, e isto é evidentemente perigoso.

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  19. • (24) A falta de subsidio teológico e fundamentação bíblica em toda a obra de ficção, torna perfeitamente claro o porquê de ser usado o tempo todo, quase sem número, expressões de dúvida como: “talvez, me parece, acho, tenho a impressão, pode ser, provavelmente, será que”, dentre outras expressões que promovem a mesma incerteza ou opinião pessoal, sem respaldo na Escritura.
    Não tenho amados a intenção de ser ofensivo com ninguém, quem ler tem todo o direito de discordar, e toda opinião, seja ela diferente da minha ou não, deve ser respeitada. Tenho muito a aprender e posso humildemente mudar de ideia, mas olhando para a Escritura chego a estas conclusões. Em nada duvido da sinceridade de coração que cada um que coloca sua opinião aqui, da mesma forma que eu fui movido em amor a me expressar em relação ao livro. Novamente peço desculpas pelo tamanho que o texto acabou ficando, não era minha intenção, mas quando vi ficou assim. Desejo que Deus conduza a cada um de nós dentro dos seus propósitos e para sua Glória.
    Abraço a todos queridos amigos e irmãos. No amor de Cristo. fabiano

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